
É com profunda revolta que trazemos à tona a situação insustentável que as trabalhadoras e trabalhadores da GERAE 2 da SE de Minas Gerais enfrentam diariamente. O cenário é de total abandono: unidades em estado precário, onde a dignidade e a saúde dos funcionários estão em risco. A falta de condições mínimas de trabalho é uma afronta àqueles que dedicam suas vidas ao serviço público ecetista, e essa realidade insuportável precisa ser denunciada com urgência! E a direção da ECT tem com urgência que resolver tal situação.
As instalações do CDD Contagem por exemplo estão infestadas por ratos, revelando a total falta de limpeza e manutenção. O que é inaceitável em qualquer ambiente de trabalho se tornou a norma na GERAE 2. A limpeza inadequada e a ausência de capina expõem a todos a riscos de saúde, sem contar a falta de materiais de higiene básicos, como papel higiênico no CDD Betim Centro. É uma situação humilhante que desrespeita os direitos das trabalhadoras e trabalhadores, colocando em risco o bem-estar de todos, sem condições mínimas laborais.
Ademais, a situação dos veículos é alarmante. Carros sem manutenção, pneus carecas, problemas com embreagem e a falta de estepe são apenas alguns dos muitos defeitos que transformam o simples ato de trabalhar em uma verdadeira roleta russa. A empresa tenta justificar essa calamidade com discursos de reestruturação, mas a verdade é que essa é uma forma de assédio, no CDD Justinopolis por exemplo estão dando balão nas trabalhadoras e trabalhadores, que se recusam a colocar suas vidas em risco com veículos que não tem condições de rodar. Como podemos aceitar que a nossa segurança seja descartada em nome de uma suposta reestruturação?
O assédio moral também se tornou uma constante, com as trabalhadoras e trabalhadores sofrendo pressão incessante para aceitarem essa realidade insustentável. Aqueles que se opõem a essa situação são alvo de retaliações, um verdadeiro ataque às normas de segurança das trabalhadoras e trabalhadores. Essa prática vergonhosa deve ser combatida com coragem e união, pois cada um de nós merece um ambiente de trabalho seguro e respeitoso.
Por fim, é hora de dar um basta com indignação contra o abandono da GERAE 2. Não podemos aceitar que a nossa luta diária seja em vão, que a dignidade de trabalhadoras e trabalhadores seja sacrificada em nome do lucro, irresponsabilidade e retirada de direitos com roupagem de "Reestruturação". Vamos nos mobilizar, exigir as condições adequadas de trabalho e lutar por um futuro onde a saúde e a segurança de todos sejam prioridades! É hora de levantar a voz e mostrar que não aceitaremos mais essa situação!